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PERFIL · CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Edwin Hubble

Edwin Powell Hubble

astronomer

Nascido a 20 de novembro de 1889 · 05:45 · 12:37 UTC · Marshfield, Missouri, Estados Unidos · 37.34° N, 92.91° WB

Fonte: Astro-Databank (Rodden Rating B)

O céu ao nascer

Com uma hora de nascimento documentada, o mapa pode ser levantado por completo. O Ascendente cai em 13°03' Escorpião e o Meio-Céu em 20°37' Leão, o que fixa o enquadramento angular e permite colocar os planetas nas casas.

Sol está em 28°23' Escorpião, casa 1. Lua está em 23°46' Balança, casa 12. Mercúrio está em 18°32' Escorpião, casa 1. Vénus está em 6°51' Escorpião, casa 12. Marte está em 5°45' Balança, casa 11. Júpiter está em 8°38' Capricórnio, casa 2. Saturno está em 3°23' Virgem, casa 10. Úrano está em 24°32' Balança, casa 12. Neptuno está em 3°17' Gémeos, casa 7, retrógrado. Plutão está em 6°04' Gémeos, casa 7, retrógrado.

3 corpos ocupam Escorpião (Sol, Mercúrio e Vénus) e 3 corpos ocupam Balança (Lua, Marte e Úrano): uma concentração que se destaca como característica estrutural do mapa.

Os aspetos maiores mais ajustados entre planetas: Saturno quadratura a Neptuno (0°06'); Marte trígono a Plutão (0°19'); Lua conjunção a Úrano (0°46'); Vénus sextil a Júpiter (1°47'); Marte trígono a Neptuno (2°28'); Saturno quadratura a Plutão (2°41').

Neptuno conjunção a Plutão (2°47') é estrutural mas geracional — um alinhamento de planetas exteriores lentos partilhado por muitos anos de nascimento.

O motor também regista aspetos menores ajustados com asteroides e pontos calculados: Sol sesquiquadratura a Lilith (0°29'); Marte quadratura a Nodo Norte (1°01'); Mercúrio sesquiquadratura a Nodo Norte (1°12'); Plutão semissextil a Nodo Norte (1°20'). Incluem-se por exaustividade e pesam menos na leitura tradicional.

O mapa foi calculado com efemérides NASA JPL DE441, precisão sub-arcsegundo.

PlanetaSignoPosiçãoCasa
AscendenteEscorpião13°03'
Meio do CéuLeão20°37'
SolEscorpião28°23'H1
LuaLibra23°46'H12
MercúrioEscorpião18°32'H1
VênusEscorpião06°51'H12
MarteLibra05°45'H11
JúpiterCapricórnio08°38'H2
SaturnoVirgem03°23'H10
UranoLibra24°32'H12
NetunoGêmeos03°17'retrógradoH7
PlutãoGêmeos06°04'retrógradoH7

Contexto astronómico

Plutão viajou por Gémeos desde meados da década de 1880 até 1914. A tradição astrológica associa este trânsito à transformação da comunicação, das ideias, dos transportes e da imprensa — a geração que amadureceu com a expansão dos meios de massa, do telefone e de uma mobilidade crescente.

Edwin Hubble (nascido em 1889) pertence a esta configuração geracional. A Astrian agrupa os perfis por estas assinaturas partilhadas, não por qualquer afirmação de destino comum. Perfis relacionados na Astrian: Vera Rubin · Neil deGrasse Tyson · Enrico Fermi. A leitura simbólica é correlativa, não causal.

Outros perfis desta geração Plutão em Gémeos

Leitura simbólica

O seguinte descreve o que a tradição astrológica clássica associa a estas configurações. O Astrian não aplica estas descrições à biografia do personagem.

O Sol em Escorpião centra o mapa na intensidade, a profundidade e a vontade de transformar. Com o Ascendente em Escorpião, a tradição acrescenta a intensidade, a profundidade e a vontade de transformar como o limiar pelo qual essa energia encontra o mundo; o Sol marca o impulso central e o Ascendente o modo de abordagem.

Entre os planetas pessoais, a Lua em Balança associa-se na tradição ao equilíbrio, a relação e a proporção; Mercúrio em Escorpião com a intensidade, a profundidade e a vontade de transformar; Vénus em Escorpião com a intensidade, a profundidade e a vontade de transformar; e Marte em Balança com o equilíbrio, a relação e a proporção. Estas posições descrevem registos de sentimento, pensamento, atração e ação tal como a tradição os cataloga, independentemente da vida que se segue.

Saturno quadratura a Neptuno (0°06'): a tradição lê a estrutura, o limite e a disciplina em fricção com a dissolução, a imaginação e o idealismo.

Marte trígono a Plutão (0°19'): a tradição lê o impulso, a afirmação e a ação em fluxo fácil com a profundidade, o poder e a transformação.

Lua conjunção a Úrano (0°46'): a tradição lê a vida emocional e o instinto fundido com a disrupção e a inovação.

Vénus sextil a Júpiter (1°47'): a tradição lê os valores, a atração e a harmonia em contacto favorável com a expansão e o sentido.

Estas posições são apresentadas como um retrato simbólico, correlativo e nunca causal — uma descrição dentro do vocabulário da tradição, não uma explicação da vida que se segue.

A astrologia é uma linguagem simbólica com 2.500 anos de literatura. A leitura acima é interpretativa, não explicativa.

O Astrian não afirma que o mapa natal de Edwin Hubble causou nem determinou nenhuma das características acima. A astrologia é um sistema simbólico com 2.500 anos de literatura. A sua capacidade de descrição retrospectiva não implica capacidade explicativa.

Uma vida em paralelo

Os seguintes são factos biográficos verificados. Não é afirmada qualquer ligação com o mapa natal.

Edwin Powell Hubble nasceu a 20 de novembro de 1889 em Marshfield, Missouri. Cresceu no Illinois e revelou desde cedo aptidões tanto académicas como desportivas. Estudou matemática e astronomia na Universidade de Chicago, onde se licenciou em 1910, tendo depois ido para Oxford como bolseiro Rhodes, onde estudou direito a pedido do seu pai. Após a morte deste, regressou à ciência e obteve o doutoramento em astronomia na Universidade de Chicago em 1917.

Após prestar serviço no Exército dos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial, Hubble ingressou em 1919 no corpo de investigadores do Observatório de Monte Wilson, perto de Pasadena, Califórnia. Aí teve acesso ao telescópio refletor Hooker de 100 polegadas, o maior do mundo à época, que se revelou decisivo para as suas descobertas subsequentes.

No início da década de 1920, um grande debate astronómico incidia sobre a natureza de certos objetos nebulosos. Em 1923 e 1924, Hubble resolveu estrelas individuais na Nebulosa de Andrómeda, incluindo estrelas variáveis cefeidas, cuja luminosidade intrínseca já era bem conhecida. Calculando a distância a essas cefeidas, demonstrou que Andrómeda se encontrava muito além dos limites da Via Láctea, sendo portanto uma galáxia independente. Este resultado, anunciado em 1925, encerrou o debate e alargou permanentemente a escala conhecida do universo.

Hubble desenvolveu ainda um sistema de classificação de galáxias segundo a sua forma, distinguindo entre elípticas, espirais e irregulares, um esquema ainda hoje utilizado.

A sua descoberta mais consequente resultou da combinação das velocidades de recessão das galáxias com as suas distâncias. Em 1929, publicou resultados demonstrando que as galáxias se afastam da Via Láctea e que as mais distantes o fazem a maior velocidade, uma relação hoje conhecida como Lei de Hubble. Este achado forneceu a evidência observacional fundamental de que o universo não é estático, mas está em expansão.

Edwin Hubble faleceu a 28 de setembro de 1953 em San Marino, Califórnia. Em 1990, a NASA lançou o Telescópio Espacial Hubble em sua homenagem.

Fontes biográficas

  1. Gale E. Christianson, Edwin Hubble: Mariner of the Nebulae (Farrar, Straus and Giroux, 1995).
  2. Edwin Hubble, 'A Relation between Distance and Radial Velocity among Extra-Galactic Nebulae,' Proceedings of the National Academy of Sciences, 1929.
  3. Marcia Bartusiak, The Day We Found the Universe (Pantheon Books, 2009).
  4. NASA Hubble Site, Edwin Powell Hubble biography, hubblesite.org.

Este perfil apresenta o céu do nascimento de Edwin Hubble e factos verificados da sua biografia. O Astrian não afirma que a astrologia tenha capacidade preditiva nem que o mapa natal determine a trajectória de vida. A astrologia é um sistema simbólico com 2.500 anos de literatura. A sua capacidade de descrição retrospectiva não implica capacidade explicativa.

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Última actualização: 14 de junho de 2026

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