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PERFIL · DESPORTO

Óscar de la Hoya

Óscar De La Hoya

boxer

Nascido a 4 de fevereiro de 1973 · 10:04 · 10:03 UTC · East Los Angeles, California, Estados Unidos · 34.03° N, 118.17° WAA

Fonte: Astro-Databank (Rodden Rating AA)

O céu ao nascer

Com uma hora de nascimento documentada, o mapa pode ser levantado por completo. O Ascendente cai em 26°30' Carneiro e o Meio-Céu em 16°13' Capricórnio, o que fixa o enquadramento angular e permite colocar os planetas nas casas.

Sol está em 15°48' Aquário, casa 11. Lua está em 2°00' Peixes, casa 11. Mercúrio está em 20°53' Aquário, casa 11. Vénus está em 29°57' Capricórnio, casa 10. Marte está em 24°47' Sagitário, casa 9. Júpiter está em 25°53' Capricórnio, casa 10. Saturno está em 13°42' Gémeos, casa 2, retrógrado. Úrano está em 23°01' Balança, casa 6, retrógrado. Neptuno está em 7°08' Sagitário, casa 8. Plutão está em 4°11' Balança, casa 6, retrógrado.

Os aspetos maiores mais ajustados entre planetas: Marte sextil a Úrano (1°46'); Sol trígono a Saturno (2°06'); Mercúrio trígono a Úrano (2°08'); Júpiter quadratura a Úrano (2°52'); Neptuno sextil a Plutão (2°57'); Mercúrio sextil a Marte (3°54').

Neptuno sextil a Plutão (2°57') é estrutural mas geracional — um alinhamento de planetas exteriores lentos partilhado por muitos anos de nascimento.

O motor também regista aspetos menores ajustados com asteroides e pontos calculados: Lua quadratura a Vesta (0°02'); Saturno sextil a Quíron (0°02'); Palas semissextil a Juno (0°11'); Sol semissextil a Nodo Norte (0°23'). Incluem-se por exaustividade e pesam menos na leitura tradicional.

O mapa foi calculado com efemérides NASA JPL DE441, precisão sub-arcsegundo.

PlanetaSignoPosiçãoCasa
AscendenteÁries26°30'
Meio do CéuCapricórnio16°13'
SolAquário15°48'H11
LuaPeixes02°00'H11
MercúrioAquário20°53'H11
VênusCapricórnio29°57'H10
MarteSagitário24°47'H9
JúpiterCapricórnio25°53'H10
SaturnoGêmeos13°42'retrógradoH2
UranoLibra23°01'retrógradoH6
NetunoSagitário07°08'H8
PlutãoLibra04°11'retrógradoH6
QuíronÁries13°39'H12

Contexto astronómico

Plutão viajou por Balança de 1971 a 1984. A tradição astrológica associa este trânsito à transformação das relações, da parceria e da ideia de equilíbrio — a geração que redesenhou as normas do casamento, da igualdade e dos termos da aliança pessoal.

Óscar de la Hoya (nascido em 1973) pertence a esta configuração geracional. A Astrian agrupa os perfis por estas assinaturas partilhadas, não por qualquer afirmação de destino comum. Perfis relacionados na Astrian: George Foreman · Rocky Marciano · Sugar Ray Robinson. A leitura simbólica é correlativa, não causal.

Outros perfis desta geração Plutão em Libra

Leitura simbólica

O seguinte descreve o que a tradição astrológica clássica associa a estas configurações. O Astrian não aplica estas descrições à biografia do personagem.

O Sol em Aquário centra o mapa na independência, a abstração e o coletivo. Com o Ascendente em Carneiro, a tradição acrescenta a iniciativa, a franqueza e a vontade de começar como o limiar pelo qual essa energia encontra o mundo; o Sol marca o impulso central e o Ascendente o modo de abordagem.

Entre os planetas pessoais, a Lua em Peixes associa-se na tradição à imaginação, a dissolução e a empatia; Mercúrio em Aquário com a independência, a abstração e o coletivo; Vénus em Capricórnio com a ambição, a estrutura e a visão de longo prazo; e Marte em Sagitário com a expansão, a convicção e o horizonte. Estas posições descrevem registos de sentimento, pensamento, atração e ação tal como a tradição os cataloga, independentemente da vida que se segue.

Marte sextil a Úrano (1°46'): a tradição lê o impulso, a afirmação e a ação em contacto favorável com a disrupção e a inovação.

Sol trígono a Saturno (2°06'): a tradição lê a identidade e o propósito central em fluxo fácil com a estrutura, o limite e a disciplina.

Mercúrio trígono a Úrano (2°08'): a tradição lê o pensamento e a comunicação em fluxo fácil com a disrupção e a inovação.

Júpiter quadratura a Úrano (2°52'): a tradição lê a expansão e o sentido em fricção com a disrupção e a inovação.

Estas posições são apresentadas como um retrato simbólico, correlativo e nunca causal — uma descrição dentro do vocabulário da tradição, não uma explicação da vida que se segue.

A astrologia é uma linguagem simbólica com 2.500 anos de literatura. A leitura acima é interpretativa, não explicativa.

O Astrian não afirma que o mapa natal de Óscar de la Hoya causou nem determinou nenhuma das características acima. A astrologia é um sistema simbólico com 2.500 anos de literatura. A sua capacidade de descrição retrospectiva não implica capacidade explicativa.

Uma vida em paralelo

Os seguintes são factos biográficos verificados. Não é afirmada qualquer ligação com o mapa natal.

Óscar De La Hoya nasceu a 4 de fevereiro de 1973 no Leste de Los Angeles, Califórnia, numa família com raízes profundas na comunidade mexicano-americana da cidade. O seu pai e o seu avô tinham boxeado, e ele começou a treinar desde pequeno. Tornou-se uma figura de destaque do boxe amador americano no início dos anos noventa e conquistou a medalha de ouro na categoria de peso leve nos Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992, cumprindo uma promessa que havia feito à sua mãe antes de esta falecer de cancro.

De la Hoya tornou-se profissional em 1992 e rapidamente atraiu atenções não só pelas suas capacidades pugilísticas como também pela sua imagem comercial, que o tornou um dos lutadores mais promovidos da década. Conquistou o seu primeiro título mundial profissional em 1994 e foi posteriormente campeão em seis categorias de peso: super-pena, leve, super-leve, welter, super-welter e meio-médio-ligeiro. Os seus combates encabeçavam habitualmente grandes eventos de pay-per-view e atraíam algumas das maiores audiências do boxe da época.

A sua carreira incluiu combates de grande relevo com muitos dos melhores lutadores dos anos noventa e dois mil, entre os quais Julio César Chávez, Pernell Whitaker, Félix Trinidad, Shane Mosley e Floyd Mayweather. O combate com Mayweather em 2007 atraiu audiências enormes e foi um dos eventos de boxe mais rentáveis realizados até então, embora De la Hoya tenha perdido por decisão maioritária.

Para além das suas actuações no ringue, De la Hoya fundou a Golden Boy Promotions, que se tornou uma das empresas de promoção de boxe mais importantes dos Estados Unidos, representando grandes lutadores e organizando eventos muito para além da sua própria carreira competitiva. Retirou-se do boxe de competição após uma derrota para Manny Pacquiao em 2008.

De la Hoya mantém-se uma figura proeminente do boxe como promotor, e a Golden Boy Promotions continua a operar como uma força importante no desporto. O seu apelo transversal, que abrangia tanto a comunidade latina como o grande público desportivo americano, tornou-o uma das figuras desportivas mais reconhecidas da sua época.

Fontes biográficas

  1. De La Hoya, Óscar, with Steve Springer. American Son: My Story. New York: HarperCollins, 2008..
  2. International Boxing Hall of Fame. "Óscar De La Hoya Inductee Profile." Canastota, NY, 2014..
  3. Associated Press. "De La Hoya Wins Olympic Gold in Barcelona." August 1992..
  4. Los Angeles Times. "De La Hoya Career Retrospective: From East L.A. to the Golden Boy." Sports Archive, 2008..

Este perfil apresenta o céu do nascimento de Óscar de la Hoya e factos verificados da sua biografia. O Astrian não afirma que a astrologia tenha capacidade preditiva nem que o mapa natal determine a trajectória de vida. A astrologia é um sistema simbólico com 2.500 anos de literatura. A sua capacidade de descrição retrospectiva não implica capacidade explicativa.

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Última actualização: 14 de junho de 2026

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